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Perdi meu bebê: como tudo aconteceu.

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Difícil saber em como conjugar o verbo neste relato, se eu me atrapalhar me desculpem...
Ansiedade a mil por hora. Agora o que passava na minha cabeça era em como arrumar minha casa.  Moro na parte de cima da casa da minha sogra (nos damos muito bem graças á Deus). Para entrar na minha casa é necessário passar pela garagem da minha sogra, cruzar um corredor e subir a lavanderia dela, pronto você sai de frente de uma varanda que dá na minha cozinha.
Em casa são quatro cômodos, esta é a ordem: cozinha, sala, banheiro, corredor, escritório, quarto e lavanderia (grande) que dá de frente para a rua.
Anderson e eu decidimos: O escritório será tirado. Pra onde nossas coisas vão? Problema nosso! O quarto será do bebê e da Vitória, que até então tadinha, dormia conosco.
A correria começa, escolhemos a cor marfim para os móveis do bebê, só que tem um detalhe: marfim está saindo de linha. Minha agonia começa. Como conseguirei um berço e cômoda marfim? Por que guarda-roupa já temos.
Começam as pesquisas na internet. Anderson sempre me pergunta o porquê desta pressa, eu poderia esperar mais pra frente. Mais eu sempre, sempre quis organizar tudo na minha vida o quanto antes, para que quando as datas especiais chegassem não me pegassem de surpresa. O mesmo sempre ocorre no dia das mães, natais, aniversários e etc., os presentes sempre são comprados antes.
Queria poder arrumar o quarto do bebe antes, pois quando a barriga começasse a pesar eu poderia só descansar.
30/04 – Segunda-feira começo a organizar meu guarda-roupa da seguinte forma: Roupas que daqui uns dois meses não me caberiam mais, foram guardadas em gavetas dentro do guarda- roupa; roupas de gestante (eu já tenho algumas) estavam a minha disposição, organizadas por estação e cores. Abusei dos vestidos, como costumo usar muito saias e vestidos todos foram organizados no armário. Uma gaveta para meia, outra para calcinhas e sutiãs, blusas de frio, e por aí ia, meu guarda-roupa dava gosto de ver.
O bebê já tinha guarda- roupa, e já tinha ganhado uns presentinhos: sapatos, macacões e afins, tudo de cores neutras e infantis, eu me encantava todas as vezes que abria o guarda-roupa dele. Já cheirava a bebê.
Vitória já falava com o irmãozinho, beijava minha barriga e falava coisas que eu não entendia.
Anderson também, sempre falando com o bebê. Minha mãe, postando a cada dia no facebook frases sobre avó. Meu pai e madrasta me ligando todos os dias para saber como eu estava passando, as amigas babando, e eu me orgulhando de mim e de meus dextos, que não passavam de 180mg/dl. Um ou outra vez que oscilava para 200mg/dl, mais eu estava ali, firme e forte me monitorando. Eu, a leoa, brigando pelo meu bebê.
Como eu havia falado, ele não tinha sido planejado, mais foi tão bem recebido, de uma forma que qualquer outra coisa nunca tinha sido em minha vida (lágrimas).
Já tinha o canto dele em todas as áreas da minha vida. Eu trabalhava pensado nele, de poder prover tudo o que ele precisasse. Minha vida estava sendo para ele. Como religiosa, minhas orações abrangia todos, só que ele era de forma especial. Muito especial.  É engraçado dizer, ou até mesmo espantoso, mais eu senti quando ele foi feito, e não erro a data 22/03. Ele tinha sido a honra para a minha vida, a doente, a estéril tinha podido ter um filho, era assim que eu era taxada, embora soubesse que não era verdade, doía saber que pensavam assim de mim.
No blog eu fazia questão de postar meus dias, de encorajar... enfim...
06/05 –Domingo – Por volta das 15h00minmin. Estava deitava e senti uma dor horrível na barriga, como se fosse uma câimbra na barriga mesmo. Me senti estranha e aquilo logo passou, mas fiquei cismada.
A noite fui para a igreja.  Aquela dor ficou encucada em mim.

Segunda-feira fui ver minha mãe, ela não anda bem de saúde. Passamos a tarde juntas e jantamos. Tiramos muitas fotos da minha barriga. A noite quando cheguei em casa havia até enviado umas para minha amiga Cíntia, e passamos uma parte do tempo falando sobre gestação.

Foto tirada por minha mãe: 2 meses.
 
Terça- feira fui trabalhar um dia tranqüilo. Mais tive corrimento, um muco transparente começou a sair de mim. Estranho! Nunca tinha tido aquilo na gravidez.
Após o horário de trabalho fui ao Hospital. O que em muito colaborou é que o local tinha Pronto-Socorro Obstétrico. Disse ao médico da dor de domingo e também do muco. Ele disse que não deveria me pedir uma ultrassom, mais que por desencargo de consciência iria fazer o pedido, pois para ele tudo estava dentro dos limites. Quando ele me disse aquilo meu coração acalmou.
Desci ao térreo para fazer a ultrassom.
Após a ultrassom transvaginal o médico me disse:
-Kath, sinto muito! Não conseguimos ouvir o coração do bebê.

Resultado da ultrassom realizada no dia 08/05.

                                                                         Meu bebê.

Eu gelei. Aquilo não poderia estar acontecendo comigo. Sozinha no Hospital... Meu Pai do Céu!
Subi novamente para o primeiro andar. Não sentia mais o chão, não visualizava mais nada.
Quando entreguei a ultrassom ao médico ele me disse:
-Tem certeza que você não teve cólicas ou sangramento?
Disse:
-Não! Não tive.
Ele me olhou fundo e falou:
-Não temos o que fazer, o feto entrou em óbito e vamos te internar.
Meu coração gelou, senti um frio na barriga, deu uma vontade enorme de gritar, de bater em tudo ali, de xingar um palavrão, este misto de sentimentos durou menos de 3 segundos por que logo depois tudo se resumiu num bolo na garganta, eu tentava segurar o choro, me sentia na obrigação de ser forte.
O médico saiu da sala por um momento e me deixou com a enfermeira, eu de cabeça baixa e ela me encarando como se quisesse me dizer alguma coisa, talvez tenha dito algo que eu não me lembre.
Quando o médico retornou, perguntou-me sobre a internação, pedi para ir para casa.
Sai do Hospital, e fui caminhando. Liguei para o Anderson, nada dele atender o celular, aquilo foi me dando um desespero fora do normal, daí esqueci quem eu era, me passou tantas coisas na cabeça. Finalmente ele atendeu o telefone.
- Dinho (seu apelido), acabei de sair do hospital. O médico disse que perdemos o bebê.
Do outro lado da linha ele emudeceu.
Eu desabei.
Acreditava até o último momento que algo poderia estar errado naquele exame. Mais no fundo eu sabia que não estava. Não adiantava mais eu me enganar. Era fato!
Anderson não sabia mais o que me dizer.
E eu não sei explicar o que sentia. Era tanto sentimento junto. Raiva, temor, mágoa (sei lá do que), euforia. Eu me sentia uma verdadeira drogada.
Me deu simplesmente uma fome inexplicável, comprei um lanche na lanchonete e fiquei esperando um ônibus que por sinal demorou mais de 30 minutos. Ao subir no ônibus veio uma dor de cabeça chata que me perseguiu até o outro dia.
Em casa só choramos. Minha idéia era não voltar ao hospital, me sentia num pesadelo, talvez quando acordasse tudo aquilo fosse falso.
No outro dia liguei para a endócrino. Ela foi enfática:
-Volte ao Hospital!
As 15h00 dia 09/05 voltei, Anderson e minha cunhada foram juntos.  Ás 17h00, fomos atendidos, falei á médica tudo o que havia ocorrido, esta resolveu então pedir uma segunda ultrassom, e disse que se o segundo resultado fosse o mesmo me internaria.  As 17h15 a mesma me pediu a ultrassom, que só conseguimos fazê-la ás 19h00 por problemas de recursos humanos no Hospital.
Quando vi o segundo resultado, abracei o Anderson e disse:
-Só me deixa ir para casa chorar e arrumar minhas insulinas e coisas, por que sei que nos hospitais ele não tem a Levemir e Humalog.
Segunda ultrassom refeita para termos certeza.

                                                        Penúltima vez que visualizei meu bebê.

Liguei para minha mãe e pai.
Voltamos para casa então. No meio do caminho, os três só choravam. O Anderson muito estressado no transito, eu me sentindo uma completa imbecil e minha cunhada no banco de trás só chorava. Peguei o celular e mandei uma mensagem para os amigos, falei o que tinha acontecido e pedi para que ninguém me ligasse, fui muito criticada por isso, mais não me arrependo do que disse, era um momento muito meu não tava com saco para falar com ninguém, só queria saber que tinham pessoas orando por mim para que tudo se resolvesse da melhor forma possível, mais não queria ouvir ninguém. Por mais serena que eu sempre fui não tava na onda da sabedoria do momento. Entendem?
Se não entendem, nem queiram.
Em casa comi algo, arrumei as coisas e fiquei recebendo o abraço de toda a família do meu marido. Que desespero! Meu Deus do Céu! Que dor horrível! Nunca senti isso em toda a minha vida!
Acho que nem queria que ninguém me abraçasse.
Meus sogros e o Anderson me levaram.
Por não ter avisado que iria embora, tive que abrir outra ficha no hospital. Com a troca de plantão outro médico me atendeu.
Fizemos o processo da internação no finalzinho da noite, mediram minha pressão, temperatura e dextro (que até então estava comportado não ultrapassando 150mg/dl, durante todos estes dias). Troquei de roupa, me pediram para por a camisola do hospital, e o médico colocou em minha vagina dois comprimidos para dilatar o útero e facilitar o procedimento que seria no outro dia. Após ter colocado chamou o Anderson para me ver. Eu não poderia levantar durante duas horas. Quando o Anderson entrou na salinha conversamos, choramos nos abraçamos e logo pedi para que ele fosse embora, pois seria muito cansativo para os meus sogros ficarem ali na recepção esperando-o, e logo eu subiria para o quarto. No fundo eu queria ficar sozinha mesmo. Ele colocou a bolsa na cadeira ao lado, avisou a enfermeira, me beijou e foi levando o celular. Não queria ninguém me ligando. Só queria estar comigo mesma.
Chorei e adormeci. Acordei com a enfermeira me chamando para irmos para o quarto. No meio do caminho indo de cadeira de rodas, ela começou a conversar comigo sobre a vida dela, e começou a desabafar chorar e etc. Eu pasma com a situação, mais dei-lhe conselhos falei sobre Deus e nisso foi parte da madrugada.
No quarto tinha uma senhora que havia retirado o útero, dormia, coloquei uma fralda e subi para a cama, acordei ás 7h00 do dia 10/05 com a médica me dando bom dia com o exame de toque. Belo bom dia pensei. Não tinha percebido, mais estava lavada de sangue.
Sem saber que não podia levantar, me limpei, escovei os cabelos e os dentes fiz xixi, e tomei um susto com a enfermeira dizendo que não era para eu ter levantado e correndo para o vaso sanitário para ver meu xixi. Viu que não tinha nada demais e pediu para eu deitar. Liguei para o Anderson avisando que iria para a cirurgia.
Ás 8h45, o enfermeiro veio me buscar. E mais diálogo com eles. Disse-me de seus problemas, que a esposa não engravidava e etc., e eu ali firme e forte buscando forças em Deus para consolá-lo.
Fui deixada na sala do pós-cirurgico até alguém poder vir me buscar. Ás 9h10 uma simpática enfermeira veio me buscar. Tudo o que eu pedia era para medirem minha glicemia, fizeram isso resultado: 85mg/dl.
Na sala da cirurgia, vieram mais duas enfermeiras simpáticas, brincalhonas (com toquinhas na cabeça de bichinhos personalizadas) ligaram o rádio a trilha sonora aera ABBA. A médica chegou me cumprimentou, e disse:
- Vamos fazer uma curetagem ,ou seja, com os remédios que foram colocados em você seu útero dilatou o que facilitará o procedimento. Você tomará a raqui, anestesia nas costas, e com alguns instrumentos retirarei o feto, e limparei/ rasparei a sujeira do aborto, por que você teve um aborto retido. Você não receberá pontos com a dilatação tudo está mais fácil. Relações sexuais só depois de trinta dias, e novas tentativas de gestação daqui a noventa dias. Ok? O útero precisa descansar agora.
Logo o médico anestesista chegou, meus dados foram passados aos dois médicos.  Disseram que eu tomaria a raqui e o sentiria depois dela.
Meu Deus! Minhas pernas adormeceram, formigaram, senti um “negócio” no abdômen e a cirurgia iniciou-se.
Ás 9h45 o procedimento começou. O papo entre os médicos era o salário, entre as enfermeiras baladas e a minha cabeça estava oca, não conseguia pensar em nada. A trilha sonora mudou, agora “era eu quero tchum, eu quero tcha...”
Meu Deus! Roda gigante de músicas, assuntos e situação.
Ouvi quando a médica disse á enfermeira:
- O embrião era grandinho hem!
Pedi para ver. Com a pinça ela me mostrou. Não via nada como estava acostumada ver na ultrassom, só um pedaço de carne vermelha e grossa. Ai que dor! Meu Deus!
Ele foi colocado num potinho etiquetado com meus dados para análise.
Quando a cirurgia acabou, os médicos se despediram, e as enfermeiras ficaram brincando comigo, me colocaram uma fralda, conversamos um pouco e fui levada a sala do pós operatório.,só poderia sair dali depois que mexesse as pernas.
Um enfermeiro bacana ficou conversando comigo sobre o Amapá, sua terra natal e depois eu dormi.
Você pode se perguntar: Ela ainda conseguia conversar?
Eu respondo: Acho que sim, acho que não... ”num sei”...
Quando acordei uma enfermeira com sotaque espanhol estava na sala, mal humorada que doía, o enfermeiro bacana tava almoçando.
Ela me enchia o saco para eu mexer as pernas e não conseguia. Dormi de novo quando acordei consegui mexer as pernas. Ufa! Ela chamou o anestesista e recebi alta para o quarto, no caminho encontrei o simpático enfermeiro que me deu tchau.
O mesmo profissional que me levou para a cirurgia, me levou para o quarto, daí o papo de filhos continuou até chegar ao quarto. Lá o Anderson me esperava, o enfermeiro me passou para a cama e assim pude novamente ficar com meu marido.
Eram 14h00min. A dor emocional voltou.
Ele tentava me por para cima, não tocar no assunto, mais eu quis tocar, eu quis falar da cirurgia, de ter visto o bebê.
Choramos juntos, de repente o Anderson teve uma espécie de torcicolo, e não mexia mais o pescoço, olhava para mim como um robô mais ficou ali todo o momento, me deu banho, ajudou-me a comer e ficamos chorando, assistindo televisão, quando a Silvia (amiga blogueira) ligou para o meu celular, pois estava preocupada comigo, pois teríamos um Encontro de Blogueiros na Lapa/SP, e antes de eu ir para Hospital havia avisado que não iria por problemas, meu esposo disse a ela o que havia acontecido, ela mandou palavras de consolo. Peguei o celular e liguei para a Cris (doce amiga virtual), que me encorajou e consolou.
Chegou a hora de o Anderson ir, ele não poderia passar a noite comigo.
Ai que noite terrível! Sozinha no hospital o leito ao lado desocupado. Que desespero! Que angustia!
Assisti TV, dormi, chorei e por ai foi... Ás 1h00 da manhã chega para o quarto Andrea que tinha feito uma cirurgia no tornozelo, falou tanto comigo que dormi e deixei-aela falando...
Pela manhã uma visita médica:
-Kath, você está de alta.
Passou todos os cuidados e medicamentos (a mesma vitamina que estava tomando durante a gestação por 30 dias e  lisador para dores) que eu deveria tomar. Liguei para o Anderson me tirar dali o quanto antes.
Fui bem atendida, com exceção d aminha dieta que sempre vinha normal, esqueceram que eu era diabética, cansei de pedir para fazerem o dextro por isso resolvi ficar com meu glicosímetro por perto.
Anderson e minha cunhada vieram me buscar. Ela me recebeu com um abraço tão gostoso, que me confortou.
Em casa todos me esperavam. Minha sogra cuidando da minha alimentação, cunhada dando suporte e Anderson faxinando a casa.
As glicemias voltaram a rebeldia, ta difícil controlar, sei que o emocional tá contando muito nesta hora por isso ela está assim: alta.
Na igreja eu preparava uma bela apresentação do Dia das Mães que eu não pude estar presente, ver comerciais desta data me doeu muito. Ainda choro, não vou mentir, mais é a saudade de um momento que eu poderia estar vivendo e não estou mais, é saudade de um ser que esteve comigo quase 10 semanas...
Vai passar! Eu sei!
Quero dizer a todos que não foi o diabetes que ocasionou isso, foi o próprio organismo que rejeitou talvez por má formação.
Semana que vem volto a minha vida normal: trabalhar, estudar e etc.
Dia 17/05 tenho endócrino.
Não desisti de ser mãe, sou vou agora esperar o tempo que meu corpo necessita para se recuperar, e volto á maratona. Deus é sábio! E se eu estou debaixo de sua vontade devo aceitá-la.
Fico com a letra de uma música da cantora Eyshila:
(...) Sonhar ainda vale a Pena, Esperar e confiar em Deus
Aquele que tem sonhos infinitamente maiores que os meus
O final é mais que o começo, Conquistar tem sempre um alto preço (...)

Em breve estarei de volta,
Beijos.

10 comentários:

  1. Poxa...Kath..sem palavras...Chorei!
    Fica com Deus Amiga!

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  2. Oh amiga linda! Chorei e ainda choro por vc viu, mas acredito nas mesmas coisas que vc, se nosso Pai Celestial quis assim é pq ia ser melhor assim, sei que são coisas que não dá pra explicar e nem entender, mas continua confiando nele, que o espírito abençoado que viria pra vc, está lá ao lado dele, esperando vc se recuperar! E logo em breve será seu novamente! Não sei como te consolar, afinal nunca passei por isso, mas desejo-te toda força do mundo, bjinhusss doces!!!

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  3. Fiquei completamente sem palavras com sua situação, mais Deus sabe de todas as coisas, ele te confortara, tudo de bom pra vc!

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  4. Kath

    Continuarei orando por você. Antes orava pela tua gravidez, pela criança, agora oro pelo teu conforto e continuarei orando para que Deus te abençoe você e seu esposo com um filho.
    "Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão." Salmo 127:3

    Fiquei triste quando soube. Muita força e confiança em Deus.

    Paulo Alves

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  5. Perdoem-me pela demora de resposta. O blogger estava me impedindo de comentar.
    Obrigada pelas palavras...dói muito ainda, não sei o que dizer, minha vida volta ao normal na terça-feira, eu já não me sinto a mesma, incrível como um momento pode se eternizar...
    Agora oro para que eu supere o qto antes...
    Paulo, sempre leio seus comentários no blog, vc não sabe o qto me sinto bem com eles. Obrigada!
    Pessoal, + uma vez obrigada!

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  6. Kath...tenha a certeza que nada nessa vida acontece por acaso..Deus sabe de todas as coisas.. se Ele permitiu, um propósito Ele tem nisso tudo... fique com Deus.. acalante seu coraçãozinho... dê a volta por cima e recomece outra vez... vc é linda, nova... saudável...vai ser uma mãe de primeira ainda... Deus abençoe vc e seu marido...meus sinceros sentimentos... beijos querida!!!

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  7. Kath...sei que quem colocou vc em minha vida, foi Deus. Sinto que amadurecerei muito com suas experiências. Lendo esta parte da história, não pude conter as lágrimas que escorrem em meu rosto, por ter vivido isso de certo modo. Vou falando minhas impressões, mas agora não está dando pra falar...até mais. Deus te abençoe amada! Elisangela

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  8. Vinha acompanhando sua gravidez e torcendo por tdo e fiquei mt triste por vc,mas,Deus tem grandes planos ainda em sua vida siga firme Ele é com vc...um grande abraço!!Jordana Amabile.

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  9. Oh Kath mil perdões eu não li a data do acontecido por isso fiz o comentario anterior!
    Mil perdões e estou mt feliz por estar tdo bem,Deus abençoe mt mt mt sua vida e do seu bebe,um grande abraço!! Jordana Amabile.

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  10. Eu sou diabética insulino dependente já fazem 20 anos, tive meu filho em 04/2011 sem nenhum problema e gestação tranquila...O diabetes não foi o fator decisivo, às vezes gestações não correm como deveriam...Você terá um bebe novamente! Estou na torcida por vc!

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