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Sexualidade da Diabética na prática

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Há um pouco mais de um ano, eu e a Carol Freitas do blog http://docescontosdeumavidadoce.blogspot.com.br, trocamos experiências sobre o diabetes, amei o novo post dela e resolvi colocá-lo aqui no meu blog para compartilhar com vocês.
É raro alguém falar sobre a sexualidade na vida da diabética, por isso achei interessante. Soube de coisas que ocorrem na hora H das mulheres dices que até então não sabia, por que nunca aconteceu comigo. Na verdade eu sempre me preveni para não ter hipo nem nas preliminares, então sempre meço antes de ir. Se tiver com hiper corrijo e vou, com hipo corrijo  e também e vou... O importante é não perder o momento...
A única coisa que já fez com que eu fosse obrigada a "dar um tempo" na minha vida sexual foi a candidíase. Com o DM descompensado sempre corremos este risco, mais nada que um óvulo e pomada vaginal, não faça.
E viva a Mulher Diabética!!!! 
"A Sarah, mamãe pâncreas do blog Eu, meu filho e o Diabetes,  sugeriu que eu, uma mulher diabética experiente, desinibida, língua solta, abordasse assuntos relacionados à vida sexual da diabética e achei isso muito interessante...
As mulheres diabéticas raramente são abordadas, pois geralmente associam a diabetes ao desempenho sexual masculino. Conforme li, pesquisei e por experiência própria, as mulheres diabéticas com as glicemias bem controladas que não apresentam complicações agudas como hipoglicemia e hiperglicemia ou complicações crônicas como problemas renais, visuais, vasculares possuem vida sexual ativa e saudável, apresentando o mesmo interesse e desejo de ter relações sexuais como as demais mulheres . Já aquelas que vivem descompensadas, podem ter as disfunções sexuais femininas agravadas. O diabetes diminuiu o desempenho e o prazer da mulher docinha, interferindo diretamente na vascularização ao redor do clitóris, contribuindo com a diminuição de impulsos nervosos que determinam a sensação de prazer. 
São formas de disfunção sexual feminina relacionada ao diabetes:


·         Falta de interesse em sexo;


·         Complicação com a lubrificação vaginal;


·         Desconforto durante a relação sexual;


·         Dificuldade maior em chegar ao orgasmo.


Já tive experiências com hipers e hipos durante o ato sexual e digo que não é bom!!! A hipo, além de ser normalmente perigosa, me deixa sonsa, sonolenta e sem comando sobre minhas ações... Com hiper fico com taquicardia, enjoada, extremamente cansada e muuuito desanimada. Em certo momento, quando estava descompensada, passei também pela péssima experiência de ter candidíase. Nessa época o sexo ficou desconfortável e posteriormente passei evitá-lo. Fui à minha ginecologista, tomei Secnidazol, controlei a glicose e o problema foi resolvido. Agora acho imprescindível medir a glicose antes e após os “momentos de ternura”, glicosímetro, controle da bomba, suquinhos também são meus companheiros nesses momentos!!!  
Conversei com minhas amigas diabéticas sobre a relação diabetes x vida sexual e foi unânime: 100% concorda e sabe, por experiências vividas no dia-dia, que a diabetes afeta diretamente a nossa vida sexual. Portanto, além de ter um companheiro compreensível, é importante ressaltar que o controle do diabetes é imprescindível para as mulheres que querem manter a vida sexual ativa e saudável. Se você tiver problemas com sua vida sexual, procure ajuda do seu médico e depois é só correr para o abraço!!! ;)"


3 comentários:

  1. Tenho diabetes tipo 2 e sou insulina dependente. Não sentia mais nenhum desejo sexual e muitas vezes fazia só para satisfazer meu marido. Nossa relação com o tempo começou a esfriar e eu sentia que as coisas estavam indo de mal a pior. Um dia ele tomou um pilequinho e chegou excitado na cama dizendo que iria fazer algo diferente. Fizemos sexo oral por horas, tive mil orgasmos e ele também. Depois desse dia minha autoestima melhorou muito e posso dizer que hoje nossa vida sexual esta muito boa. As que as vezes a perda do interesse pode ser avivada quando se quebra a rotina.

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  2. Sou diabético, tenho 49 anos e passei a ter problemas de manter a ereção no ato sexual. Cheguei a passar até 2 meses sem manter relações com minha esposa. Um dia ela me fez sexo oral e não só tive uma boa ereção, como também cheguei ao clímax e gozei. Ela continuou fazendo e quase gozei pela segunda vez. A sensação foi fantástica. Eu faço nela também e ela tem orgasmos deliciosos. Passamos a admirar e desejar sexualmente mais ainda. Recomendo.

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  3. Meu marido é diabético tipo 2, tem 67 anos e eu 65. A um ano não fazíamos amor, ele não conseguia ter mais ereção. Depois de ler muito sobre o assunto, semana passada resolvi fazer uma brincadeira erótica com ele. Comecei masturbando ele e depois fiz sexo oral. Ele adorou e o pênis dele ficou duro o suficiente para a penetração. Ele me disse que estou recuperando a virilidade dele.

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